
A cidade de Cachoeira, recôncavo da Bahia, é conhecida mundialmente por sua cultura expressiva, o lugar definitivamente exala história, em todos os cantos encontramos um trecho do que foi o Brasil nos tempos do Império. Galerias de arte compõem esse quadro juntamente com filarmônicas tradicionais e há pouco mais de quatro anos a UFRB está dividindo esse espaço contribuindo para a cidade de todas as formas.
Da África à Armstrong
Próximo a praça 25 de junho encontramos o Pouso da Palavra, que não pode ser classificado por menos do que um verdadeiro espaço de arte. Lá encontramos livros, não só do dono, o poeta e fotógrafo Damário Dacruz, mas de outros poetas brasileiros e professores que expõem obras acadêmicas no local. Lá é sua casa, sua galeria e biblioteca. Uma parte dos livros estão disponíveis para leitura do público como incentivo a obras clássicas e outra faz parte de sua biblioteca pessoal, estima-se que ele tenham em torno de 5000 títulos.
O sebo Café com Arte de Michel Bogdanowicz, é um dos locais mais freqüentados por estudantes e professores da cidade. Lá encontramos obras de arte expostas em todo espaço dando a atmosfera local um clima de cultura delicioso que em algumas noites de quarta-feira uma banda de jazz de alunos e moradores se unem. Dessa mistura artística e cultural ouve-se Ella Fitzgerald, Janis Joplin, Louis Armstrong em performances inesquecíveis.
Outra importante galeria é a Luz do Sol, do artista plástico Billy Oliveira. O cenário é um misto de suas obras e de amigos, segundo ele seu principal público são os turistas nas festas da Boa-Morte. O que chama muito a atenção até de quem passa na porta de sua galeria é a repintura de o “Abaporu” da modernista brasileira Tarsila do Amaral. Sendo ele um artista cujo foco é a África, sua cultura, seus países e influências no Brasil o “Abaporu” é um ícone de qualidade artística e humana que não poderia faltar entre suas obras.
Sendo assim fica um convite para todos os leitores uma visita a histórica Cachoeira, um pedacinho raro do nosso Brasil, que um dia será tão preservada quanto as cidades históricas do interior de Minas Gerais. Esse é o desejo de moradores, estudantes e adoradores dessa cidade poética e inspiradora.
O sebo Café com Arte de Michel Bogdanowicz, é um dos locais mais freqüentados por estudantes e professores da cidade. Lá encontramos obras de arte expostas em todo espaço dando a atmosfera local um clima de cultura delicioso que em algumas noites de quarta-feira uma banda de jazz de alunos e moradores se unem. Dessa mistura artística e cultural ouve-se Ella Fitzgerald, Janis Joplin, Louis Armstrong em performances inesquecíveis.
Outra importante galeria é a Luz do Sol, do artista plástico Billy Oliveira. O cenário é um misto de suas obras e de amigos, segundo ele seu principal público são os turistas nas festas da Boa-Morte. O que chama muito a atenção até de quem passa na porta de sua galeria é a repintura de o “Abaporu” da modernista brasileira Tarsila do Amaral. Sendo ele um artista cujo foco é a África, sua cultura, seus países e influências no Brasil o “Abaporu” é um ícone de qualidade artística e humana que não poderia faltar entre suas obras.
Sendo assim fica um convite para todos os leitores uma visita a histórica Cachoeira, um pedacinho raro do nosso Brasil, que um dia será tão preservada quanto as cidades históricas do interior de Minas Gerais. Esse é o desejo de moradores, estudantes e adoradores dessa cidade poética e inspiradora.